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Projetos Concluídos

Oficinas de Pais/Bolsas de Pais

Este projeto pioneiro foi aprovado no concurso promovido pelo Alto Comissariado para a Saúde em Maio de 2010 e teve co-financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian.

A participação dos pais decorreu em 3 níveis sucessivos: Nível I – Grupos de Apoio Emocional (GAE); Nível II – Grupos de Corresponsabilização Parental (COR); Nível III – Formação de Pais Prestadores de Ajuda (PPA).

Implementado a partir de março de 2011 e terminado em Outubro de 2014, abrangeu pais de 14 distritos, tendo havido 60 GAEs (547 pais); 14 COR (145 pais) e 1 PPA (15 pais). Os participantes fizeram uma avaliação muito positiva da sua participação.

Em Outubro de 2014, foi elaborado e entregue às entidades financiadoras o relatório técnico exaustivo. Dada a sua extensão e detalhe, disponibilizamos apenas o sumário executivo.

Para ler o sumário executivo clique aqui

Para ler a notícia publicada em 3 de Dezembro de 2011 clique aqui

“Escola em Rede” - Formação de professores

Projeto piloto de formação de professores para a Educação Inclusiva, em parceria com a Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx), financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, com 4 ações creditadas pelo Conselho Científico de Formação Contínua de Professores. O projeto decorreu no ano lectivo 2012-13 e envolveu 80 formandos, tendo como formadores 2 docentes universitárias e 4 mães prestadoras de ajuda.

Para conhecer em detalhe o projeto e sua avaliação clique aqui

GAPRIC

Os Gabinetes de Apoio de Programas Incluídos na Comunidade (GAPRIC) são estruturas flexíveis de suporte à realização pessoal e ao exercício da cidadania de jovens com deficiência com percurso escolar concluído e adultos com deficiência sem respostas, nos concelhos de Aljustrel, Aveiro e Braga.

As atividades, negociadas em função dos interesses e aspirações individuais (Planeamento Centrado na Pessoa), acontecem da ativação dos recursos existentes em cada comunidade.

Projeto cofinanciado pelo Programa de Financiamento a Projetos pelo INR, I. P. 

Relatório Final - Maio e Dezembro 2015

Relatório Final - Maio e Dezembro 2016 

Redes Familiares para a Empregabilidade

O projeto centrou-se no desenvolvimento de grupos de trabalho com pais de pessoas com deficiência e incapacidade e outros significativos (ex. irmãos), com vista à promoção de competências favoráveis à autodeterminação inclusiva dos seus filhos/familiares, alicerces de uma inclusão e empregabilidade de sucesso. Estes grupos de trabalho foram dinamizados em 9 localizações distintas do país, privilegiando, nomeadamente, regiões em que o suporte às famílias de pessoas com deficiência e incapacidade se revela mais diminuto. No que concerne aos participantes nos grupos de trabalho, esperávamos uma menor participação de elementos do género masculino, dado que habitualmente são as mães que mais assumem esta área do cuidado aos filhos.

O projeto centrou-se no desenvolvimento de grupos de trabalho com pais de pessoas com deficiência e incapacidade e outros significativos, com vista à promoção de competências favoráveis à autodeterminação inclusiva dos seus filhos/familiares, alicerces de uma inclusão e empregabilidade de sucesso. Estes grupos de trabalho foram dinamizados em 9 localizações distintas do país: Aljustrel, Aveiro, Braga, Leiria/Pombal, Mangualde, Odemira, Odivelas, Sintra e Viseu.

Relatório Final 2015

Projeto-piloto Transição para a vida adulta e autodeterminação

Tendo como proponente a Associação de Solidariedade Social de Lafões (ASSOL), este projeto teve como parceiros Pais-em-Rede e o ISPA-Instituto Universitário. Foi financiado pelo Programa “Cidadania Ativa” da Fundação Calouste Gulbenkian/EEA Grants. Teve como objetivo principal a construção de um projeto de vida autónoma e comunitária para alunos com Necessidades Educativas Especiais que frequentavam as escolas regulares, com Currículos Específicos Individuais (CEI) e se encontravam em fase de preparação da transição para a vida adulta. Através do envolvimento da comunidade, estes alunos tiveram a possibilidade de realizar experiências de trabalho, em contextos reais, consideradas fonte de aquisição de competências adequadas a um futuro inclusivo.

Sumário do projeto aqui.

Projeto Intervir Mais Intervir Melhor- Im2

Este projeto, promovido peim2la Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP), visa promover a qualidade e eficácia dos serviços de IPI (Intervenção Precoce na Infância) dirigidos a crianças e suas famílias, dos 0/6 anos, em risco de exclusão por razões biológicas, sociais, culturais ou ambientais, para garantir os direitos e qualidade de vida das crianças mais vulneráveis e o empowerment e a capacitação das suas famílias. Para tal estabelece-se uma plataforma de colaboração entre ANIP e estruturas de coordenação nacional/regional do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI), a associação Pais-em-Rede e a Universidade de Aveiro, através de 3 grandes ações: a criação e divulgação do Manual de Boas Práticas em IPI, o desenvolvimento de instrumentos de apoio à Supervisão e a formação a profissionais de IPI a nível nacional, a fim de proporcionar um quadro de referência comum, orientador das equipas locais de intervenção (ELI) para práticas eficazes e promotoras da participação e empowerment das famílias e da qualidade de vida das crianças.

 

O projeto terminou em 31 de março de 2016, tendo a sessão formal de encerramento ocorrido na Fundação Calouste Gulbenkian no dia 1 de abril.

 

Ao longo de 18 meses, houve a produção do livro Práticas Recomendadas em Intervenção Precoce - Um guia para profissionais. Este foi divulgado em 5 seminários regionais onde famílias do Pais-em-Rede estiveram presentes e deram o seu testemunho. Para além destes seminários, ocorreram 16 ações de formação que envolveram profissionais do Sistema Nacional de Intervenção Precoce e onde, recorrendo a testemunhos e a vídeos, a voz das famílias se fez também ouvir. 

 

No site pode encontrar informação relevante sobre o projeto e aceder on line ao Guia de Profissionais.

 

Para conhecer as diversas atividades do projeto, clique aqui

 

Tal como previsto na candidatura, houve uma avaliação externa do projeto a cujo relatório pode aceder aqui

 

 

Sumário do projeto aqui.

Programa de Formação CAF/ATL

Ação de Formação “Inclusão de Crianças com Necessidades Educativas Especiais nas CAF´s e ATL´s: Desafios para uma Prática de Qualidade”.

 

Iniciativa que surgiu da necessidade de capacitar os monitores dos CAF´s (Componente de Apoio à Família) e ATL’s (Atividades de Tempos Livres) para a adoção de estratégias e comportamentos mais eficazes e promotores de uma efetiva participação/inclusão de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, bem como incentivar as Juntas de Freguesia a criar respostas de tempos livres inclusivas no 2º e 3º ciclos.

A ação decorreu entre setembro de 2016 e fevereiro de 2017, teve um total de 14 horas e abrangeu um total de 29 monitores de CAF´s e ATL´s.

Ação de Formação organizada pelo Núcleo Pais-em-Rede de Lisboa, em colaboração com o ISPA - Instituto Universitário e as Juntas de Freguesia de S. Vicente, Olivais e Penha de França. Foi também fundamental a colaboração da Dra. Júlia Serpa Pimentel e da Dra. Isabel Felgueiras.

Ver plano da formação

 

Unidade Curricular opcional na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Necessidades Especiais – Pessoa, Família e Sociedade

Após protocolo firmado entre Pais-em-Rede, Associação e a Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (ESEL), com o objetivo de capacitar os estudantes de enfermagem para identificarem e compreenderem as várias etapas de vida da pessoa/família com necessidades especiais e desenvolverem uma atitude adequada às suas necessidades, foi concebida e implementada uma Unidade Curricular Opcional que decorreu nos anos letivos 2011/12 e 2012/13.

A unidade curricular, com a designação “Necessidades Especiais – Pessoa, Família e Sociedade”,

foi assegurada por Guilhermina Cruz, Enfermeira e Helena Sabino, Técnica de Serviço Social, ambas mães de pessoas com NEE e que completaram a formação de Pais Prestadores de Ajuda.

As aulas teóricas foram complementadas com componentes mais práticas: participação de convidados (diversas mães que participaram nas Oficinas de Pais deram o seu testemunho), visualização de filmes, trabalhos de grupo em sala de aula, sempre seguidos de reflexão e discussão e visitas de estudo.

Durante os dois anos letivos em que esteve vigente, esta unidade curricular foi frequentada por 52 alunos. A avaliação foi muito positiva. Foi opinião unânime dos alunos que esta unidade curricular deveria fazer parte do Plano de Estudos do Curso Superior de Enfermagem e não constituir apenas uma cadeira opcional.

Da avaliação realizada destacam-se alguns testemunhos:

O facto de a Unidade curricular ter sido lecionada por mães de filhos com necessidades especiais, foi um aspeto essencial para compreender a realidade das pessoas com deficiência

 “Fui aprendendo a não pensar nestas pessoas de forma negativa ou demonstrar sentimentos de pena…”

Permitiu-me consciencializar para as dificuldades de adaptação das pessoas com necessidades especiais na sociedade, bem como as emoções sentidas pelas próprias famílias… agora posso fazer a diferença…”

“… espero que através do conhecimento que adquiri ao longo da unidade curricular, consiga transpor para a prática de modo a ser uma melhor profissional… pois enfermagem não é só técnicas, mas sim uma profissão que cuida do outro…”

O término deste projeto deveu-se à reestruturação do Plano de Estudos da Licenciatura, que originou a extinção desta e de outras unidades curriculares opcionais.

Programa da Unidade aqui 

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